Longe

De tudo e de todos
O sentido é em frente
E aqueles que dizem, não!
É para mim indiferente.

Não lhe doí os pés de tudo que tive de andar,
Roça-lhes a alma, aquela que desejavam magoar!

Ser humanos?
Longe...
Disso, posso eu dar certezas.
Pela dor,
Desamor e desassossego.

Não tive medo!
Encarei suas invejas, maldade e falsa amizade,
Agora é tudo tão transparente,
Que passou a ser indiferente.

Longe,
De mim questionar,
Apenas o melhor quero dar!
Longe...
Desses torturadores impiedosos,
Fingindo ser amorosos.

Longe de tudo,
Mas perto de mim!
De ti,
AMOR!

                                                                                         Vieirinha Vieira

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