AS brumas se deciparam e a clareza das vistas cause cegou
Fechos os olhos para digerir, processar tudo o que foi e tudo que ficou.
Mentira, mentira, mentira ... tenho preconceito à mentira!
Deficiencia de caracter, onde o caracter é trocado, renegado ou até excluido.
Mas perante as brumas caminhei, nesse caminho eu sei, o quanto lutei.
O que dei ou não dei.
Os sentimentos que morreram e os que ficaram e o que hoje cria raiz.
Verdades, verdades, verdades... eternas mentiras da ilusão!
E almas rastejam, espiritos penejam nesses corpos que fijem não sangrar.
Balanço entre o perdão e a indignação. Todos os dias eu rezo...
Todos os dias eu curo e peço luz!
A luz que guia, conduz e esfria.
A lua que ilumina, proteje e incentiva.
O já ali, o ali já...
As rectas com curvas disfarçadas
E as farças preechidas de rectas.
O silêncio se encobre de palavras
E dadas as facadas o sangre jorra.
A luta grita no silêncio
E secumbes no mais profundo e denso céu de brumas!
Um sonho? Um pesadelo?
A linha do modelo para a eternidade.
Que na verdade será herança,
De uma nova geração.
Se levante o hino, se cante uma nova canção
Mas que a justiça seja feita.
Mão na mão em nome da paz, sem guerras. Apenas e só... no alivio da pena dos inocentes.
Mais Maria que Céu (08/09/2020)



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