De barriga bem cheia
notasse a distância,
mesmo assim chateia.
É pura implicância!
Pernilongo, o que queres tu?
sangue para viver
ou não deixar adormecer?
Voltas e voltinhas
entrou em meditação
E de repente, um chopão.
Maldito pernilongo,
para sobreviver.
Na cadeia alimentar leigo
Salve-se quem puder.
Não quero manchar a parede
ele do meu pescoço desistir
Não tenho como impedir.
Autor: Vieirinha Vieira
Título: Matar ou Morrer



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