Tuco, Tuco era um doendo, não morava na floresta e pouco a pouco está vivendo.
Tuco, Tuco era imaginário, fazia companhia, junto com almas divinas, vivíamos o dia a dia!
Tuco, Tuco era pequeno. Mas tinha um enorme coração... fazia todo mundo rir de gargalhada no chão.
Tuco, Tuco gostava de brincar e como não enganar, obrigando a trabalhar brincando.
Tuco , Tuco era amigo, mesmo quando perdido, ele dava um sentido!
Tuco, Tuco não se escondia quando se aborrecia, era meio transparente.
Vivia muito contente e partilhava a sua alegria.
Tuco, Tuco era inocente por isso todos riram.
Tuco, Tuco sabia... mas não perdia a magia, afinal, era um doendo que sabia o que doía.
Sorrir é anestésico , sorrir é dopamina, sorrir é contagioso, sorrir é alegria.
Por isso, Tuco, Tuco era tão maravilhoso!
Tuco, Tuco ... não desistia, ele sempre encontrava uma solução, com criatividade e muita empolgação.
Tuco, Tuco sabia... que um dia tudo acabaria e com ele no coração, só queria levar magia!
Porque o Tuco, Tuco, era mais que irmão, podia-se contar a cada dia.
Afinal, Tuco, Tuco era doente e morava no coração. Junto a horta a plantação que nele batia com alegria e harmonia, a alta vibração de quem ninguém fugia.
Apenas quem conhecia, o Tuco, Tuco ... sabia, da alegria que escondia.
Vieirinha Vieira (SOCIAL(MENTE), Per(feito). Tuco, Tuco)



Comentários
Enviar um comentário