Fotografia de Alvarinho Mota II
Enquanto o céu se estendia pelo mar dentro na cidade fazia notar-se as primeiras gambiarras, entre os olhos as expressões, como o mundo é maravilhoso! Mas rapidamente tudo muda, quando um vagabundo retira-me das mãos os únicos tostões que tinha. Que mundo horrível...
Entre pensamentos vagueando, deixando o meu mundo inundar. Preso por falar ou calar, preso por andar ou parar, preso por simplesmente pensar.
O transito parou, como se todos tivesse horas para jantar e eu ali, olhando muitos que nem jantar tinham, queriam ou pensavam ter. Pensamentos controversos assolam as pegadas mesmo sem saber para onde vou. Destruídos os sonhos, o futuro, e carregado de emoções dilaceradas . Resta-me, renascer! Criar em mim um novo ser e a partir dele fazer novas histórias, armazenando em arquivos bem guardados o passado e passando como quem nunca lá tenha estado.
Numa noite, onde o sol fazia questão de assistir ao encontro do céu com o mar eu perdia o lugar na terra...
Vieirinha Vieira
Enquanto o céu se estendia pelo mar dentro na cidade fazia notar-se as primeiras gambiarras, entre os olhos as expressões, como o mundo é maravilhoso! Mas rapidamente tudo muda, quando um vagabundo retira-me das mãos os únicos tostões que tinha. Que mundo horrível...
Entre pensamentos vagueando, deixando o meu mundo inundar. Preso por falar ou calar, preso por andar ou parar, preso por simplesmente pensar.
O transito parou, como se todos tivesse horas para jantar e eu ali, olhando muitos que nem jantar tinham, queriam ou pensavam ter. Pensamentos controversos assolam as pegadas mesmo sem saber para onde vou. Destruídos os sonhos, o futuro, e carregado de emoções dilaceradas . Resta-me, renascer! Criar em mim um novo ser e a partir dele fazer novas histórias, armazenando em arquivos bem guardados o passado e passando como quem nunca lá tenha estado.
Numa noite, onde o sol fazia questão de assistir ao encontro do céu com o mar eu perdia o lugar na terra...
Vieirinha Vieira



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