De volta à terra
De mãos dadas com a vida
Respirando com as árvores
Junto a pureza da água
e ali, ao pé do jardim
No largo enfeitado pela japoneira
Eu caio em consciência
E sigo dignamente
Entre cada verdade passo a perna direita
E pena como as mentiras passam a esquerda
A direcção?
Sabe-a Deus!
Não por definição
Mas por crença
Em outra relação
Com a evidencia.
Nem vale a pena caminhar mais
Quanto mais acreditar,
Na volta...
Maria de Mais



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