Foto gentilmente cedida por Alvarinho Mota II

 De volta à terra
De mãos dadas com a vida
Respirando com as árvores
Junto a pureza da água
e ali, ao pé do jardim

No largo enfeitado pela japoneira
Eu caio em consciência
E sigo dignamente 

Entre cada verdade passo a perna direita
E pena como as mentiras passam a esquerda

A direcção?
Sabe-a Deus!
Não por definição
Mas por crença
Em outra relação
Com a evidencia.

Nem vale a pena caminhar mais
Quanto mais acreditar,
Na volta...

                                                                                                                    Maria de Mais

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